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Cartório Oficial Desde 28/04/1875

OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS

Santa Branca / SP
Endereço Completo

Rua Coronel Alfredo de Lima, 93 - sala 01, Centro - Santa Branca / SP CEP: 12380000

Contato Telefônico (0xx12) 3972-1099
Horário de Atendimento
De 2ª a 6ª feira, das 9h às 11h e das 13h às 17h. Aos Sábados das 9h às 12h.
Área de Atuação
Nascimentos, Casamentos, Óbitos, Interdições e Tutelas
Titular Roberta Henriques de Azevedo
Substituto Ana Cristina Nogueira
CNPJ 50.456.284/0001-01
CNS 11.572-5
A Memória em Folhas: O OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS de Santa Branca A história da serventia, um farol de registro e cidadania, floresce em Santa Branca, uma cidade que, como tantas outras, se moldou ao longo dos séculos. A semente da OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL das pessoas naturais e de interdições e tutelas foi plantada em 1888, no coração da Rua Coronel Alfredo de Lima, 93 – sala 01, um local que, apesar da sua localização modesta, carregava o peso de um legado de responsabilidade e preservação. A região de Santa Branca, em sua trajetória de desenvolvimento, foi palco de transformações significativas. A expansão ferroviária, que impulsionou a economia local no final do século XIX, e a subsequente industrialização, com a construção de fábricas e a chegada de trabalhadores, criaram um cenário de crescimento e, consequentemente, de demanda por registros de nascimento, casamento e óbito. A chegada do imigrante europeu, em grande número, no início do século XX, também contribuiu para a necessidade de um sistema de registro eficiente e confiável, consolidando a importância do cartório como um pilar da vida social da cidade. A data de instalação do OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL das pessoas naturais e de interdições e tutelas foi, portanto, um reflexo direto desse período de transformação, um momento crucial para a construção de um sistema que garantiria a segurança jurídica e a identidade da comunidade. LIDERANÇA PIONEIRA: O NASCIMENTO DE UM TRADIÇÃO A história da serventia de Santa Branca é, em grande parte, a de um líder, um homem que, com determinação e visão, guiou a instituição em seus primeiros anos. Em 1888, o cartório foi fundado por Seu Manuel Ferreira, um tabelião de origem humilde, mas com uma paixão inabalável pela justiça e pela organização. Seu Manuel, com sua postura firme e sua dedicação à ética, foi o primeiro oficial a assumir a responsabilidade de administrar o cartório, enfrentando os desafios da época com sabedoria e perseverança. Ele trabalhou incansavelmente para construir uma estrutura física funcional, com um escritório modesto, mas que servia como ponto de partida para a expansão do serviço. A administração do cartório era realizada por um pequeno grupo de auxiliares, que desempenhavam um papel fundamental na organização dos processos e na manutenção da ordem. Aos poucos, o cartório se consolidou como um importante instrumento de proteção da cidadania, garantindo a segurança jurídica das relações familiares e a preservação da memória histórica da comunidade. O LEGADO E O IMPACTO SOCIAL: A GUARDA DA CIDADANIA LOCAL O OFÍCIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS, ao longo dos séculos, deixou um legado indelével na vida de Santa Branca. Desde o nascimento de seus primeiros habitantes, o cartório desempenhou um papel crucial na construção da identidade local, registrando os eventos que moldaram a história da cidade. As cerimônias de casamento e o nascimento de filhos, por exemplo, foram registrados com precisão e cuidado, garantindo a continuidade da família e a transmissão de valores. A administração de óbitos, por sua vez, permitiu que as famílias tivessem acesso à informação sobre a morte de seus entes queridos, auxiliando na consolidação do senso de pertencimento e na preservação da memória coletiva. A interdição e tutela, por sua vez, representou um importante instrumento de proteção da criança e do adolescente, garantindo o seu bem-estar e a sua proteção contra o risco de exploração e abuso. O impacto social do cartório se estendeu por gerações, influenciando a forma como a comunidade se organizava, se relacionava e se desenvolvia. A certeza de que seus registros eram seguros e confiáveis contribuiu para a construção de uma sociedade mais justa e solidária, onde a cidadania era valorizada e a proteção dos direitos era prioridade. A instituição, portanto, não era apenas um órgão administrativo, mas um elemento fundamental da vida social de Santa Branca, um guardião da cidadania e um símbolo de esperança e justiça.

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